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Este relato, na depressão ele sorria, retrata um caso comum de muitos homens que sofrem com depressão, como se relacionam no dia a dia com as pessoas próximas e como é difícil para eles se abrirem e pedir ajuda.

SOBRE DEPRESSÃO

TUDO PARECIA ESTAR BEM

Com 34 anos de idade, advogado, namora há 3 anos, sempre querido em todos os lugares, sempre sorrindo e interagindo. Ele sempre dizia que cada dia da vida é uma oportunidade única, nunca havia sentido nada parecido com sintomas de uma depressão.

Tinha conquistado recentemente uma boa promoção, tinha ganho uma causa grande, o pessoal do escritório fez uma festinha para parabenizá-lo. Ele estava com alegria estampada na cara, sua namorada saiu com ele para jantar no dia seguinte, e ela que o conhecia bem perguntou:

– Você parece distante, tem alguma coisa acontecendo? Está tudo bem, deu aquele sorriso contido.

ENQUANTO NA DEPRESSÃO ELE SORRIA, SURGIA OS PRIMEIROS SINAIS

Acontecia que ele chegava em casa e a tristeza vinha junto, na verdade a tristeza começava na volta para casa, já no caminho, ele se perguntava se tudo aquilo fazia sentido. Ele não entendia por que se pergunta isso, porque acreditava que tinha alcançado tudo que queria ter alcançado nessa fase da vida.

Começava a achar que alguma coisa não estava bem dentro dele, mas ele queria manter seu sorriso, sua fortaleza, pois ao mesmo tempo que sentia essa tristeza, essa falta de sentido, sentia culpa, por não entender o que estava acontecendo bem no momento em que ele vivia uma boa fase da vida.

OS SINTOMAS FÍSICOS E A DESORDEM MENTAL NA DEPRESSÃO

Nas semanas seguintes, ele começou a despertar no meio da noite, isso era estranho, porque não havia experimentado nenhum tipo de insônia até então.

Começou a faltar a academia, não ligar mais com seu corpo e sua saúde, consequentemente começou ficar mais estressado, perdia a paciência com sua namorada não queria mais transar com frequência.

Já no trabalho, com os colegas, impaciente e com respostas curtas, começou a ficar desmotivado, mais lento e com leves sinais de descuido pessoal, às vezes não penteava o cabelo ou deixava a unha crescer com sujeira aparente.

No mês seguinte, ele começou a notar alguns sintomas atípicos, estava indo no banheiro com maior frequência, às vezes ao urinar, achava que tinha terminado, mas a urina voltava a sair na cueca.

Consequentemente sua atenção foi diminuindo, começou a perceber que andava mais esquecido, começou a tomar uma cerveja todo dia em casa para relaxar, porque o estresse e a tristeza faziam parte de uma angústia cada vez maior seus pensamentos ficavam mais desordenados e repetitivos a cada dia que passava. Os pensamentos poderiam parecer depressivos, mas depressão, ele pensava, é para os fracos.

O PEDIDO SUTIL DE AJUDA

Na sexta feira seguinte ele chamou sua namorada para ir a sua casa, então ela chegou contente, mas intrigada, estava ansiosa pelo que poderia esperar, ele como sempre, sorriu para ela, abriu um vinho, a bebida que ela mais gostava. Depois de duas taças e conversas do dia a dia, ela abriu o jogo:

– Ando triste, não sei o que está acontecendo, tenho acordado no meio da noite, parece que as coisas não estão mais fazendo sentido para mim. Ela logo pensou que ele estava falando de terminar a relação. Mas ele continuou:

– Acho que preciso de ajuda. Ela então percebeu o que estava acontecendo. Em silêncio ela segurou a mão dele, se aproximou e disse que agora ela entendia o que estava acontecendo e que acima de tudo, estava ao lado dele.

A depressão tem nuances, como uma gripe, ela pode te deixar com coriza e mal-estar por uns dias ou ela pode te prostrar na cama. Assim sendo, nossa mente pode oscilar de forma semelhante, com sinais menos intensos e com sinais mais intensos, chegando a pensar em desistir da própria vida.

O RETORNO DO SORRISO SEM TRISTEZA

Foi ao médico e a medicação tem ajudado ele ter a mente mais organizada e a vontade de fazer suas atividades foram voltando aos poucos.

Além disso, iniciou sessões de psicanálise, se conhecendo melhor, aprendendo sobre si mesmo, sua depressão, os geradores de suas angústias e como encontrar meios de superá-las.

Ele é um cara que sorri novamente! Finalmente, quando volta para casa não sente mais que a vida perdeu o sentido, agora ele tem força para continuar se cuidado.

Se você está passando por uma fase como essa, busque ajuda. Vá ao médico, procure um amigo de confiança para conversar e agende com um terapeuta.

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Como citar

SANTANA, Jansen M. de F.  Na Depressão Ele Sorria.  Artigo do site https://www.jansensantana.comhttps://www.jansensantana.com

Palavras-chaves: Psicanálise, Psicologia, Psicólogo, Eneagrama, Educação Comportamental, Aconselhamento, Terapia, Terapia Breve, Sentimento, Emoções, Hipnoterapia, Psiquiatria, Mente, Dr. Jansen Santana

Artigo modificado em 22 de junho de 2020 09:29