Quando decidir não usar já não é suficiente
Você estabelece limites, mas eles mudam diante da vontade de usar, de uma situação difícil ou da expectativa de alívio.
A repetição pode trazer culpa e a sensação de não confiar nas próprias decisões.
PSICOTERAPIA PARA DEPENDÊNCIA · PETRÓPOLIS E ONLINE
Quando controle escapa ao planejado, trabalho e vínculos se comprometem.
A psicoterapia trabalha o comportamento dos vícios e compulsões para ampliar o uso de estratégias mais saudáveis.
Dr. Jansen Maxwell de Freitas Santana · Psicólogo · Psicanalista · CRP 05/87621
Adultos e jovens 15+ · Presencial em Petrópolis e online · Atendimento particular
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Entender como a psicoterapia pode ajudar
Dr. Jansen Santana, fotografia.
EXPERIÊNCIAS QUE SE REPETEM
Você planeja limitar o uso, mas a decisão muda quando o impulso aparece.
Compromissos se tornam difíceis de manter ou passam a exigir mais esforço.
Promessas, conflitos e silêncios desgastam vínculos importantes.
O comportamento parece aliviar a tensão por um momento, mas o sofrimento retorna.
Depois de um período de melhora, antigos padrões podem reaparecer.
Mesmo mantendo responsabilidades, você pode perceber que o vício está restringindo suas escolhas.
Essas experiências não dispensam um diagnóstico individual.
EM RESUMO
O atendimento é realizado pelo Dr. Jansen Santana, psicólogo e psicanalista, CRP 05/87621.
Nas primeiras sessões, buscamos compreender sua experiência, as consequências do vício e os objetivos do acompanhamento.
Como começaCompreensão clínica e plano de tratamento.
Onde aconteceNo consultório em Petrópolis ou online.
Para quemAdultos e jovens 15+ preocupados com o vício, a dependência ou a continuidade do cuidado.
Uso e controle
Bebidas · Outras substâncias · Dificuldade de parar
Impulso e repetição
Vontade de usar · Alívio breve · Recaídas
Relações e trabalho
Conflitos · Confiança abalada · Rotina afetada
Continuidade
Após internação · Apoio familiar · Cuidado continuado

Dr. Jansen Santana no consultório em Petrópolis.
Psicólogo · Psicanalista · CRP 05/87621
A orientação psicanalítica busca trabalhar processos psicológicos, conflitos inconscientes, estratégias de enfrentamento consciente e modos de reagir às experiências, considerando o vício, a dependência e suas repercussões na vida.

Conhecer avaliações no perfil profissional no Google
Formação
Doutor e Mestre em Ciências Educacionais. Formação em Psicologia e Pedagogia. Especializações em Avaliação Psicológica com Ênfase em Saúde e em Psicanálise.
UMA EXPERIÊNCIA MAIS SAUDÁVEL
O impulso pode ser reconhecido e outras respostas ganham espaço.
A rotina encontra condições para maior organização e presença.
Conversas mais claras ajudam a reconstruir vínculos e acordos.
Outras maneiras de lidar com a tensão podem ser desenvolvidas.
A pessoa reconhece dificuldades e mantém recursos de cuidado.
O trabalho busca ampliar escolhas e participação na vida, em um percurso construído com você.
Estas são referências qualitativas de funcionamento.
Vamos discutir os cuidados que podem fazer sentido para sua situação.
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Receba informações sobre duração, valor e condições de agendamento.
Vamos elaborar os cuidados e objetivos para suas necessidades.
Rua Professor Stroele, 470 — Sala 301
Ed. Green Offices II · Quarteirão Brasileiro · Petrópolis/RJ
Estacionamento gratuito.
Segunda a sexta-feira, das 8h às 22h. Horário de Brasília.
Ver consultório no Google MapsAtendimento por videochamada para adultos e jovens a partir de 15 anos.
É necessário dispor de conexão estável e ambiente reservado.

Consultório em Petrópolis.

Ed. Green Offices II — acesso ao consultório.
Atendimento particular, sem atendimento direto por convênios.
Há emissão de NFSe. A possibilidade de reembolso depende das regras do contrato com a operadora.
Consulte valores, modalidade e disponibilidade pelo WhatsApp.
O problema nem sempre se apresenta como uma ruptura visível. Às vezes começa com tentativas repetidas de limitar o uso, acordos que não se sustentam e receio de perder algo importante.
Bebidas e outras substâncias podem ocupar lugares diferentes na experiência de cada pessoa. A compreensão clínica considera o padrão de uso, suas consequências e os cuidados já realizados.
Você estabelece limites, mas eles mudam diante da vontade de usar, de uma situação difícil ou da expectativa de alívio.
A repetição pode trazer culpa e a sensação de não confiar nas próprias decisões.
A atenção, os horários ou a relação com colegas podem ser afetados, mesmo que você ainda consiga cumprir parte das responsabilidades.
Buscar ajuda antes de uma perda maior também é uma razão legítima.
Discussões, promessas e afastamentos podem deixar a relação frágil. A pessoa que usa e quem convive com ela podem estar cansados de repetir a mesma conversa.
O trabalho considera o sofrimento vivido sem reduzir ninguém a um rótulo.
A saída de um período de cuidado intensivo traz de volta rotinas, relações e situações difíceis.
A psicoterapia pode participar da continuidade do acompanhamento e trabalhar recursos para a vida cotidiana, em diálogo com os cuidados já existentes.
Uso prejudicial e dependência não são definidos por uma única experiência ou pela identificação com esta página. A avaliação considera o padrão de comportamento, a dificuldade de controle, as consequências e o contexto individual.
A psicoterapia trabalha a experiência psicológica e suas repercussões. Situações de intoxicação, abstinência ou risco imediato exigem avaliação e cuidados compatíveis com sua gravidade.
Fonte: OMS — classificação e descrição dos transtornos relacionados ao uso de substâncias.
Reconhecer uma dificuldade não significa conseguir mudá-la imediatamente. O impulso pode estar ligado a emoções, relações, hábitos e contextos que precisam ser compreendidos.
A psicoterapia cria um espaço para trabalhar essas experiências e construir outras respostas.
Um diagnóstico, tratamentos anteriores ou uma internação podem compor a conversa. Investigamos o que ajudou, o que continua difícil e quais objetivos fazem sentido agora.
Não é necessário chegar com uma explicação pronta para iniciar.
Conversamos sobre o que levou você a buscar atendimento, como o uso participa da sua vida e quais consequências mais preocupam neste momento.
A partir daí, discutimos a contribuição possível da psicoterapia e a direção do cuidado.
Consulte valores e disponibilidade.
O trabalho considera o sofrimento e a dificuldade com o próprio comportamento, as relações e as situações em que o impulso ganha força.
Os objetivos são construídos a partir da sua experiência e podem mudar ao longo do acompanhamento.
Investigar emoções, conflitos e circunstâncias em que o uso aparece como resposta.
Compreender a função dessa resposta ajuda a trabalhar o que se repete, sem atribuir uma causa única a todas as pessoas.
Trabalhar respostas à tensão, à frustração e aos conflitos que tornam a mudança mais difícil.
O acompanhamento busca ampliar recursos para pedir apoio, reconhecer riscos e responder com maior liberdade.
Construir escolhas mais alinhadas aos vínculos, ao trabalho, aos estudos e aos projetos importantes.
A continuidade do cuidado considera avanços e recaídas sem reduzir a pessoa a um episódio.
Mudanças possíveis podem ser percebidas nas decisões e nas relações fora das sessões. O percurso é individual.
O impulso não surge isolado da vida da pessoa. Emoções, conflitos, vínculos e condições atuais podem participar da maneira como o uso se repete.
Na orientação psicanalítica, trabalhamos essas relações a partir da experiência singular de quem procura atendimento.
Você pode falar sobre o uso, mas também sobre trabalho, família, perdas, cobranças e o que parece difícil de suportar.
O ponto de partida é o que está acontecendo, sem exigir um relato organizado.
Investigamos quando o impulso aparece, o que acontece antes e depois e como isso se relaciona com sua história e suas condições atuais.
Essa compreensão orienta objetivos clínicos viáveis.
Tentativas de aliviar tensão, evitar conflitos ou suportar sentimentos difíceis podem se repetir mesmo quando trazem consequências.
Reconhecer sua função permite trabalhar alternativas, além de apenas prometer que será diferente.
Experiências emocionais e vínculos podem ser trabalhados ao longo das sessões para ampliar recursos e escolhas no cotidiano.
Acompanhamos dificuldades e mudanças, ajustando a direção do cuidado à sua situação.
A psicoterapia busca ampliar as condições de perceber o impulso, trabalhar o sofrimento que o acompanha e construir respostas mais livres nas relações e nas decisões.
O percurso não segue uma sequência fixa nem substitui outros cuidados de que a pessoa necessite.
A psicoterapia é orientada pela Psicanálise transmatricial, articulada à Psicopatologia Fundamental.
Essa perspectiva considera história, vínculos, conflitos e modos de funcionamento psicológico, sem pressupor que o uso tenha o mesmo sentido para todas as pessoas.
A compreensão construída nas sessões orienta o foco do acompanhamento.
A compreensão clínica considera a trajetória de vida, o padrão do comportamento, os vínculos, as condições atuais e os cuidados já realizados. O foco é construir uma direção de trabalho adequada à sua experiência.
Desenvolvimento
Experiências de vida, aprendizagens, perdas e recursos construídos ao longo da trajetória.
Cognição
Como atenção, memória e decisões aparecem antes, durante e depois das situações de uso.
Personalidade
Modos de sentir, reagir, se comportar e estabelecer vínculos; como o sofrimento pode se expressar no corpo.
Desempenho
Como o vício e os recursos disponíveis repercutem no trabalho, nos estudos, nas relações e na autonomia.
Essas dimensões ajudam a compreender a pessoa sem reduzi-la a um rótulo ou a um único comportamento.
Quando o vício passa a precisar de atenção clínica?
Quando há dificuldade persistente para limitar o uso, consequências para a saúde, os vínculos ou as responsabilidades, vale buscar uma avaliação individual.
Não é necessário esperar uma perda grave para conversar sobre o que está acontecendo.
Dependência, vício e compulsão são a mesma coisa?
Essas expressões podem descrever experiências relacionadas, mas não são equivalentes. O uso prejudicial e os transtornos por uso de substâncias possuem características clínicas próprias.
A palavra “vício” é utilizada frequentemente na linguagem cotidiana, mas não esclarece, por si só, a natureza ou a gravidade de uma dificuldade.
Na psicoterapia, o ponto de partida é compreender sua experiência, as consequências percebidas e quais cuidados podem ser adequados à sua demanda.
Preciso ter um diagnóstico de dependência para começar?
Não. Você pode procurar psicoterapia com dúvidas, com um diagnóstico ou depois de outros cuidados. As primeiras sessões ajudam a compreender a demanda e discutir os objetivos do acompanhamento.
A psicoterapia pode ajudar a trabalhar o impulso de usar?
Pode trabalhar as situações em que o impulso aparece, as experiências emocionais relacionadas e as respostas que se repetem. O objetivo é ampliar recursos e possibilidades de escolha na vida cotidiana.
Isso não depende apenas de prometer a si mesmo que vai parar.
E se já tentei mudar e voltei ao mesmo padrão?
Essa experiência pode ser trazida sem receio de julgamento. Conversamos sobre o que favoreceu a mudança, o que se tornou difícil sustentá-la e quais apoios existem hoje.
Um retorno ao uso não resume sua trajetória nem dispensa atenção ao que aconteceu.
Posso iniciar psicoterapia após receber alta de uma internação?
Sim, a continuidade do cuidado pode ser conversada nas primeiras sessões. O retorno à rotina pode trazer situações e relações que merecem trabalho psicológico.
Quando houver outros profissionais envolvidos, a articulação possível é discutida com você e respeita o sigilo.
Ainda trabalho e mantenho minhas responsabilidades. Faz sentido procurar ajuda?
Faz. Você não precisa esperar perder o trabalho ou um relacionamento. Se o vício consome energia, restringe escolhas ou preocupa pessoas próximas, essas experiências já podem ser conversadas.
Um familiar pode entrar em contato para saber como iniciar?
Pode solicitar informações sobre o atendimento e como propor uma primeira conversa. O acompanhamento de outra pessoa depende de sua participação e das condições clínicas e éticas do caso.
A busca do familiar não autoriza divulgar informações de um atendimento existente.
Como funciona o atendimento para jovens a partir de 15 anos?
Jovens a partir de 15 anos podem realizar atendimento presencial ou online, conforme as condições do caso. A participação dos responsáveis e os limites de confidencialidade são conversados na organização do cuidado.
Posso manter outros acompanhamentos durante a psicoterapia?
Sim. A psicoterapia pode compor um cuidado que já esteja em andamento. As primeiras sessões consideram o que foi realizado e qual contribuição o trabalho psicológico pode oferecer.
O diálogo com outros profissionais, quando pertinente, é combinado com você.
Preciso interromper o uso antes do primeiro encontro?
Você pode procurar orientação antes de ter conseguido mudar o padrão de uso. Os objetivos são discutidos individualmente.
Se houver risco de abstinência ou outra complicação, a mudança do uso requer avaliação médica apropriada; não é algo para decidir apenas com base nesta página.
O atendimento pode ser online?
Adultos e jovens a partir de 15 anos podem realizar psicoterapia presencial em Petrópolis ou online, conforme a adequação do atendimento. É necessário dispor de conexão estável e ambiente reservado.
O atendimento é particular? Posso solicitar reembolso?
O atendimento é particular e não há atendimento direto por convênios. Há emissão de NFSe, e a possibilidade de reembolso depende das regras do contrato com a operadora.
Valores, horários e condições são informados antes do agendamento.
A psicoterapia também trabalha compulsões e dificuldades nos relacionamentos?
Sim. Compulsões relacionadas a comida, jogos, compras, pornografia e internet, assim como a codependência afetiva, podem fazer parte do trabalho psicoterapêutico.
Nas primeiras sessões, buscamos compreender como cada dificuldade aparece na sua vida, quais consequências produz e quais objetivos fazem sentido. Essas experiências não são tratadas automaticamente como dependência química nem como um único diagnóstico.
Como a orientação psicanalítica trabalha o uso e a dependência?
A psicoterapia é orientada pela Psicanálise transmatricial, articulada à Psicopatologia Fundamental.
No atendimento, esses referenciais ajudam a compreender experiências emocionais, conflitos, vínculos e modos de reagir que podem participar da repetição do uso. A direção do trabalho é construída nas sessões, conforme a demanda e os objetivos combinados.
Como a formação e o doutorado se relacionam com a prática clínica?
A formação do Dr. Jansen Santana reúne Psicologia e Pedagogia, especializações em Avaliação Psicológica com Ênfase em Saúde e em Psicanálise, além de mestrado e doutorado em Ciências Educacionais.
O doutorado é uma formação voltada ao aprofundamento de conhecimentos e à pesquisa original. Associado à formação e à prática clínica, pode contribuir para analisar estudos, formular perguntas e integrar conhecimentos sobre aprendizagem e desenvolvimento humano ao raciocínio clínico.
No CensoPsi publicado pelo Conselho Federal de Psicologia em 2022, a formação em nível de doutorado aparece em 6,7% dos participantes que atuavam em Psicologia Clínica e em 6,8% dos que atuavam em Avaliação Psicológica.
A contribuição dessa formação depende de sua articulação com a experiência, a atualização e o cuidado ético com cada pessoa.
Fonte: CFP, Quem faz a Psicologia brasileira?, volume 1, 2022, Figura 8, p. 108.
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Onde posso consultar avaliações públicas sobre o consultório?
Você pode consultar o perfil profissional no Google para conhecer informações do consultório e manifestações publicadas espontaneamente ali.
Para preservar a privacidade, este site não reproduz nomes, imagens ou relatos de pessoas atendidas nem confirma vínculos clínicos a partir de uma avaliação pública. Opiniões e recomendações refletem experiências individuais e não garantem resultados para outra pessoa.
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Se você teme perder o controle do trabalho, de uma relação ou de seus projetos, pode trazer essa preocupação ao primeiro encontro.
A psicoterapia trabalha o sofrimento e os impulsos para ampliar recursos e possibilidades de participação na vida.
Você não precisa chegar com todas as respostas nem esperar que a situação piore.
Atendimento particular em Petrópolis e online. Consulte valores e disponibilidade pelo WhatsApp.
Privacidade faz parte do cuidado. As informações do atendimento são protegidas pelo sigilo profissional, nos limites éticos e legais aplicáveis. Você não precisa relatar detalhes clínicos pelo site ou pelo WhatsApp.
Este site não oferece atendimento de emergência. Em risco imediato, procure um serviço de urgência ou ligue para o SAMU 192. Para apoio emocional, o CVV atende pelo 188. O WhatsApp do consultório não é um canal de emergência.